Histórias para ler em família, quando não sabemos bem o que dizer.
Há momentos em que os nossos filhos ficam tristes, zangados ou com medo
e nós ficamos ali, a tentar ajudar, sem ter a certeza se estamos a fazer bem.
Estas histórias nasceram desses momentos.
Não para ensinar lições, mas para abrir espaço.
Espaço para a criança sentir e para o adulto ficar, ouvir e conversar com mais calma.
Cada história fala de uma emoção diferente e pode ser lida ao ritmo de cada família.
Aqui não vais encontrar:
– lições morais
– personagens perfeitas
– soluções mágicas
Vais encontrar, sim:
– emoções reais
– adultos que ficam
– espaço para conversar sem pressão
Cada história inclui propostas simples
para continuar a conversa depois da leitura
ao ritmo de cada família.
Cada uma nasce de uma emoção diferente.
Escolhe a que faz mais sentido para a tua família agora.
Tristeza · Autocrítica · Autoestima
Quando uma criança começa a dizer coisas duras sobre si, nem sempre é isso que ela acredita.
Muitas vezes é o que está a sentir.
Esta história ajuda a criança a perceber
que pensamentos difíceis não definem quem ela realmente é - e ajuda o adulto a responder sem corrigir nem desvalorizar.
Raiva · Frustração · Limites
A raiva aparece quando algo é demasiado.
Demasiada frustração. Demasiada injustiça.
Demasiado para aguentar sozinho.
Esta história ajuda a criança a reconhecer a raiva no corpo e a encontrar formas seguras de a libertar - sem culpas e sem explosões.
Medo · Segurança · Presença
O medo nem sempre é do escuro.
Às vezes é de ficar sozinho dentro dele.
Esta história ajuda a criança a lidar com o medo à noite e mostra ao adulto que, muitas vezes,
o mais importante é ficar.
Inclui a atividade simbólica do Spray da Coragem, pensada para ajudar o coração e a mente a acalmar.
– Lê ao ritmo da criança
– Não apresses as conversas
– Escolhe apenas uma ou duas perguntas
– Ou simplesmente fica e escuta
Nem sempre as respostas vêm em palavras.
E isso também é comunicação.
Quem escreve estas histórias
Sou a Sandra Caracol, terapeuta emocional
e mentora em parentalidade consciente.
Escrevo histórias para crianças, mas penso sempre nos adultos que cuidam delas.
Estas histórias nascem da escuta de famílias reais e do desejo de ajudar a acompanhar emoções com mais verdade e menos pressão.
As emoções não pedem soluções rápidas.
Pedem alguém que apenas ouça.